quinta-feira, 28 de julho de 2011

Love Is A Losing Game

For you I was a flame
Love is a losing game
Five story fire as you came
Love is a losing game

Why do I wish I never played
Oh, what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game

Played out by the band
Love is a losing hand
More than I could stand
Love is a losing hand

Self professed... profound
Till the chips were down
...know you're a gambling man
Love is a losing hand

Though I'm rather blind
Love is a fate resigned
Memories mar my mind
Love is a fate resigned

Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game

By Amy Winehouse

domingo, 20 de março de 2011

Você tem medo de dizer: "eu te amo"



A falta de confiança, o dar como perdido, a baixa auto-estima e por aí fora, são tramados.
O medo da sociedade que nos envolve e condiciona constantemente e tão precocemente pode ditar algo tão simples como a alegria assim como algo tão complexo como a felicidade, a felicidade de uma vida.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Amor é o Homem Inacabado














Todas as árvores com todos os ramos com todas
as folhas
A erva na base dos rochedos e as casas
amontoadas
Ao longe o mar que os teus olhos banham
Estas imagens de um dia e outro dia
Os vícios as virtudes tão imperfeitos
A transparência dos transeuntes nas ruas do acaso
E as mulheres exaladas pelas tuas pesquisas
obstinadas
As tuas ideias fixas no coração de chumbo nos
lábios virgens
Os vícios as virtudes tão imperfeitos
A semelhança dos olhares consentidos com os
olhares conquistados
A confusão dos corpos das fadigas dos ardores
A imitação das palavras das atitudes das ideias
Os vícios as virtudes tão imperfeitos

O amor é o homem inacabado.

Paul Eluard, in "Algumas das Palavras"

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Theodoro


«Um casal foi passar a lua de mel a Cuba, e enquanto passeavam em Havana encontraram uma casa de espectáculos pornográficos, cujo letreiro anunciava: "HOY, EL FABULOSO THEODORO!"

Entraram e o espectáculo começou com Theodoro, 39 anos, numa cama com uma loira, uma morena e uma ruiva, que ele traçou uma a uma... e repetiu!
As mulheres, exaustas, deixaram o palco enquanto Theodoro agradecia ao público que o aplaudiu efusivamente de pé.

Sob o rufar de tambores, uma mesa com três nozes foi colocada no palco. Theodoro quebrou as três pequenas nozes com o pénis erecto, com pancadas precisas. O público foi à loucura e aplaudiu de pé mais de cinco minutos!

Vinte e cinco anos depois, para recordar os velhos tempos, o casal decidiu comemorar as bodas de prata no mesmo local da lua de mel.
Passearam pelos mesmos sítios e diante da mesma casa de espectáculos viram, surpreendidos, o cartaz: "HOY, EL FABULOSO THEODORO!"
Entraram e no palco viram Theodoro - enrrugadinho, cabelos brancos, a traçar outras três mulheres com a mesma força. Parecia inacreditável!

Quando os tambores começaram a rufar, a mesa, agora com três cocos, foi colocada no palco e ele quebrou-os com a mesma precisão.
Boquiaberto, o casal foi ao camarim cumprimentar pessoalmente o FABULOSO THEODORO e perguntaram o motivo da mudança das nozes para cocos.
O fabuloso Theodoro respondeu:
- A velhice é uma merda! A vista está fraca e eu tenho dificuldade em acertar nas nozes!»

terça-feira, 8 de junho de 2010

E o Vazio que fica ao ler isto...


Precisa-se de matéria prima para construir um País - Eduardo Prado Coelho - in Público

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria-prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria-prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

sábado, 14 de novembro de 2009

H1N1 a Informação mais actualizada que há

Passada esta primeira fase de indefinição, e já que toda a gente está esclarecida em relação à vacina, faltava só uma informação esclarecedora no que toca aos comportamentos que se devem adoptar, e definitivamente criar nos nossos hábitos quotidianos, uma atitude preventiva para evitar o risco de contágio.
Fica definido para esta e serve para futuras pandemias que hajam.
Pode não haver uma vacina numa próxima vez.





quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Qual é a que escolhias?












Difícil escolher?
Então vai à loja H&M que estão lá estas roupas todas. Também é verdade, ao vivo e a prová-las torna-se mais fácil.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Paciência

Ora aqui está o exemplo perfeito da máxima, ' o melhor amigo do homem', mais concretamente dos pais, pois toma conta do filho na perfeição.




terça-feira, 29 de setembro de 2009

Escrutínio, dever, estigma ou obrigação?!


Prometi a mim mesmo não comentar estas eleições.
Sou mesmo indecente. Não consigo cumprir promessas, em especial as que faço a mim próprio.
Antes de mais a minha orientação neste campo.

Votei PS, pelo investimento na modernização e desenvolvimento do país, CDS-PP, pelo rigor das contas públicas e segurança, BE, pela responsabilização, CDU, pela defesa dos direitos dos trabalhadores e no MEP, porque não sabendo bem porquê, simpatizo com a Laurinda Alves (digamso que esta é a parte bimbalhona que tenho na consciência política).

Na sexta-feita anterior ao acto eleitoral um amigo dizia-me, - ...PORRA pá, tu vais é votar nulo! - pois, não tenho culpa que este sistema eleitoral não preveja a minha actual opinião política, retorqui. Para os mais atentos, disfarçadamente lamentaram o meu desânimo..

Três notas:

1ª Depois de andar 15 dias embrulhada com os géneros, graus, etc dos discursos políticos da campanha, Manuela Ferreira Leite é referida na ronda que a imprensa faz pelos diferentes actos eleitorais dos líderes dos principais partidos, não pelo acto em si que não tem nada de especial, mas porque se enganou na mesa de voto e ficou uma porrada de tempo numa fila que não era a dela. Valha-lhe aquele santo que protege os tristes.

2ª Toda a gente ganhou, abstenção incluída. Inédito.

3ª Depois de andarem 4 anos; CDS-PP, BE, CDU e PSD, a chamarem arrogante ao "sô inginheiro" dá gosto ver a arrogância com que todos eles agora clamam vitória, se arrogam como responsáveis pela perda da maioria absoluta do PS, e exigem um papel destacado na futura governação.

Impressionante este vazio, contudo, cheio de hipócritas, tachistas, corruptos, demagogos, e gente pequenina em geral.

LIVRA!!



-"-

 Tudo começa com uma sensação. "Tenho a impressão que..."; "Acho que vi....", "Ia a passar e senti que....", e...